segunda-feira, 19 de maio de 2014

Resistência

A resistência de um condutor, representada pela letra R, é a oposição ou resistência que um material oferece à passagem de uma corrente elétrica, convertendo parte da sua energia em calor.


A resistência mede-se em Ohms (Ω) com um Ohmímetro e é inversamente proporcional à intensidade de corrente elétrica. Por isso pode-se afirmar que, para a mesma ddp (U), a resistência (R) é tanto maior quanto menor for a intensidade (I) elétrica. Ou seja R=U/I. Por exemplo: 4Ω=8V/2A.




domingo, 18 de maio de 2014

Intensidade de corrente

A intensidade de corrente elétrica é a quantidade de carga elétrica que atravessa uma parte de um condutor durante um certo tempo.


A intensidade mede-se em Amperes com um aparelho denominado de Amperímetro que se instala sempre em série (coloca-se antes do aparelho que pretendemos medir).


Este amperímetro está a medir em mA (miliamperes), um submúltiplo do Ampere. 1A = 1000 mA.

domingo, 4 de maio de 2014

Diferença de Potencial

A diferença de potencial é a grandeza física que mede a energia que é fornecida às cargas elétricas.
Esta grandeza é representada pela letra U e mede-se em volts (V) utilizando-se um voltímetro que é instalado em paralelo ao recetor ou fonte de energia que se pretende medir.

Exemplo de um Voltímetro:

Os voltímetros podem medir grandes ou pequenas diferenças de potenciais, por isso devem ser definidos para o tipo de utilização que pretendemos dele. Eis um exemplo de voltímetros instalados em circuitos elétricos:
Nos circuitos em série, a diferença de potencial da fonte é dividida de igual forma pelos recetores (se estes forem iguais). Neste exemplo, temos duas lâmpadas iguais que utilizam 2 volts cada uma, pois a diferença de potencial da pilha é de 4 volts.


Nos circuitos em paralelo, a diferença de potencial da pilha (4V, no exemplo) é dividida por todos os circuitos secundários. Neste exemplo, as duas lâmpadas estão em paralelo, em circuitos secundários diferentes, por isso ambas utilizam 4V.


quarta-feira, 30 de abril de 2014

Circuitos em Série e em Paralelo

Um circuito pode ser instalado em série ou em paralelo, cada um tem as suas vantagens e desvantagens.

  • O tipo de circuito que é instalado nas nossas casas, atualmente, é o circuito em paralelo.
  • O circuito em série é, normalmente, utilizado em algumas iluminações de árvores de Natal.


Exemplo de circuito em série utilizado em sala de aula (as lâmpadas estão em série):
Nos circuitos em série, há apenas um circuito principal onde passa a corrente elétrica.


Exemplo de circuito em paralelo (as lâmpadas estão em paralelo):
Nos circuitos em paralelo, há dois ou mais circuitos, um principal e os outros secundários. Neste exemplo, uma das lâmpadas está no circuito principal e a outra no circuito secundário.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Circuitos Elétricos

Para funcionarem, os aparelhos elétricos precisam de estar ligados a uma
fonte de energia elétrica.
Fontes de Energia Elétrica

Estas transferem energia elétrica para os aparelhos elétricos que a transformam noutros tipos de energia (por exemplo a energia luminosa [lâmpadas, por exemplo]) chama-se, então, a estes aparelhos recetores de energia.
Recetores de Energia Elétrica

Nos circuitos também podem existir interruptores, uns aparelhos que podem desligar ou ligar a corrente. Se o interruptor estiver fechado, a corrente está ligada e se estiver aberto, a corrente está desligada.
Interruptor

Para ligar todos estes equipamentos existem os fios de ligação formados por cobre e uma camada protetora à volta do cobre. Por vezes utilizam-se uns adaptadores chamados crocodilos quando o terminal precisa. O terminal permite a conexão entre o equipamento e o fio de ligação.
Cabo de ligação
Crocodilos
Assim é possível criar-se circuitos elétricos que é formado pela fonte de energia, pelos cabos de ligação, e pelos recetores de energia.
Circuito elétrico formado por: bateria, cabos de ligação (com crocodilos ligados à bateria), interruptor fechado (porque a lâmpada está acessa, logo a corrente elétrica está ligada) e pela lâmpada acesa (representada por L1)

domingo, 30 de março de 2014

Movimentos Retilíneos Uniformemente Variados

Depois de saber o que é um Movimento Uniforme, tomam conhecimento de duas variáveis deste tipo de movimento:
  • Movimento retilíneo uniformemente acelerado;
  • Movimento retilíneo uniformemente retardado.
O primeiro deles (o m. r. u. a. (acontece, por exemplo, quando um carro está a acelerar) é um movimento cuja aceleração é positiva, ou seja o valor da velocidade está sempre a aumentar:

Gráfico velocidade-tempo: O Valor da Velocidade aumenta ao longo do tempo

E o m. r. u. r. (acontece, por exemplo, quando um carro está a travar) é um movimento cuja aceleração é negativa, por isso repara-se que o valor da velocidade está a diminuir (normalmente aos poucos):

Gráfico velocidade-tempo: O Valor da Velocidade diminui ao longo do tempo

Movimento Uniforme


N

Chama-se Movimento Uniforme quando um corpo se move sempre à mesma velocidade.
Por exemplo, nesta imagem, o carro move-se sempre à mesma velocidade, logo a velocidade é constante e por isso trata-se de um Movimento Uniforme:

O Movimento Retilíneo Uniforme (nome correto dado a este movimento) pode ser representado num gráfico de posição-tempo. Por exemplo:


Neste gráfico de posição-tempo o objeto move-se numa velocidade constante e em 6 segundos percorreu 300 metros. Podemos também calcular o valor da velocidade, que neste tipo de movimento é igual à rapidez média. Para o fazer dividimos um valor de posição pelo seu correspondente no tempo, vamos utilizar por exemplo o 300 metros em 6 segundos. 
300:6=50 m/s
Diz-se por tanto que o valor da velocidade (ou rapidez média, que só é igual neste tipo de movimento) é de 50 metros por segundo.

Se o representarmos num gráfico de velocidade-tempo podemos observar as diferenças de velocidade que neste caso são nulas. A essas diferenças chama-se Aceleração.
Como podemos observar, o valor da velocidade é sempre constante, neste caso 50 m/s. Diz-se então que a Aceleração é 0 pois o valor da velocidade não se altera.


sábado, 8 de março de 2014

Rapidez e Velocidade

A rapidez média é uma grandeza escalar e calcula-se dividindo a distância percorrida pelo tempo (que demorou a percorrer). No sistema internacional, para representar a rapidez utiliza-se o m/s enquanto que, nos automóveis utiliza-se o km/h.


A velocidade é uma grandeza vetorial com significado diferente daquele que utilizamos. Representa a rapidez em cada momento e também, a direção e o sentido.
Como a velocidade é registada a cada instante, o vetor é sempre uma reta, mesmo que, por exemplo, um carro esteja a fazer uma curva na estrada.

Neste exemplo, os vetores representados são exemplos de vetores de velocidade:

A velocidade de um objeto pode, também, ser comparada com a velocidade de outro. Por exemplo, nesta imagem, apenas os carros A e B tem a mesma velocidade:



sábado, 1 de março de 2014

Distância Percorrida e Deslocamento

Se nós percorremos um trajeto há duas grandezas físicas que o podem representar:

  • A Distância Percorrida, que corresponde ao percurso que nós fizemos.
  • O Deslocamento, que corresponde à menor distância possível entre o ponto de partida e o ponto de chegada.
Eis um exemplo:
Neste exemplo, um indivíduo percorreu o trajeto mostrado a vermelho (Distância Percorrida), do Local A ao Local B. A verde está representado o Deslocamento, ou seja, o caminho mais curto de A a B.

O deslocamento é um vetor em que:
  • Tem a direção da reta que passa pelo ponto de Partida e o ponto de Chegada;
  • Tem o sentido do local A ao local B;
  • O valor numérico corresponde à distância entre A e B (em linha reta).
A distância percorrida:
  • Tem um valor numérico igual ou maior que o deslocamento (neste exemplo é maior porque não coincide com o Deslocamento).

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Estado de Movimento ou Repouso

Um objeto pode estar em Repouso ou em Movimento, em relação a um referencial. Ou seja, se um objeto estiver à mesma distância e numa posição constante, ao longo do tempo, em relação a outro objeto, esse objeto está em repouso em relação ao outro objeto.

Exemplo:
               Se eu estiver sentado numa cadeira, parado, estou em repouso em relação à cadeira.


               Se eu estiver sentado num banco do carro e eu estiver parado (o carro até pode estar em movimento em relação à estrada) eu estou em repouso em relação ao carro e em movimento em relação à estrada. Eu e o carro estamos sempre à mesma distância e na mesma posição, enquanto que eu e a estrada estamos sempre a mudar de posição entre os dois.

sábado, 23 de novembro de 2013

Como é que se deve representar um átomo?

Aqui vai um vídeo do Youtube a explicar como são representados, na verdade, os átomos. Este vídeo foi colocado pela professora no Moodle.

domingo, 17 de novembro de 2013

Formação de iões

Já sabemos o que é um ião, mas agora, vamos tentar perceber, como é que eles se formam!

Um átomo, com um certo número de eletrões, tem a tendência de ganhar ou perder eletrões, ficando assim com o último nível de energia preenchido.

Por exemplo, o átomo de Oxigénio (com a seguinte distribuição eletrónica8O: 2 - 6) teria o último nível de energia preenchido se, os eletrões de valência (nº de eletrões no último nível de energia) fossem 8, mas como são 6, o Oxigénio tem a tendência a ganhar 2 eletrões, logo as distribuições eletrónicas do átomo e do ião de Oxigénio são respetivamente:
8O: 2 - 6 (átomo de Oxigénio - 8 eletrões)
8O: 2 - 8 (ião de Oxigénio - 10 eletrões)
Como este ganhou 2 eletrões (que equivale a carga -2) podemos considerar o ião de Oxigénio uma partícula com carga negativa e passamos a representá-lo da seguinte forma:
O²- (é ²- pois tem carga -2, logo se tivesse, por exemplo, carga +3, seria ³+)
Outro exemplo é o átomo de sódio (que tem a seguinte distribuição eletrónica:  11Na: 2 - 8 - 1), este irá perder 1 eletrão (que equivale a carga +1) logo as distribuições eletrónicas do átomo e do ião de Sódio são respetivamente:
11Na: 2 - 8 - 1 (átomo de Sódio - 11 eletrões)
11Na: 2 - 8 (ião de Sódio - 10 eletrões) 
E será representado assim:
 Na+ (é + pois tem carga +1, logo por ser um valor unitário não se representa)

Distribuição eletrónica

A distribuição eletrónica é, como o nome indica, uma distribuição dos eletrões (de um elemento químico) por níveis de energia!

Como fazemos esta distribuição?
Ao início pode parecer um pouco complicado, mas se seguires estas regras, verás que é fácil:

  • Começa-se a distribuição dos eletrões pelo nível de energia mais baixo (n=1);
  • Depois de totalmente preenchido, passa-se para o nível de energia seguinte (n=2) e assim sucessivamente;
  • O número de eletrões por nível de energia é dado pela expressão: 2n², sendo n o nível de energia, logo:
nível de energia    | nº máximo de eletrões
n=1 | 2x1²= 2
n=2 | 2x2²= 8
n=3   | 2x3²= 18
n=4   | 2x4²= 32
n=5   | 2x5²= 50
  • O último nível de energia com eletrões pode conter, no máximo, 8 eletrões
Assim podemos fazer a distribuição eletrónica de, por exemplo, um átomo de Oxigénio (8 eletrões) da seguinte forma:
8O: 2; 6
ou assim:
8O: 2 - 6
Ou um átomo de Potássio (19 eletrões) da seguinte forma:
 19K: 2 - 8 - 8 -1
notando que, supostamente o nível de energia 3 deveria ser 9 (pois o máximo é 18), mas como o último nível de energia não pode ser superior a 8, o eletrão restante passa para o nível de energia seguinte.

sábado, 9 de novembro de 2013

Representação de um Átomo

Atualmente, representa-se um átomo utilizando o modelo da nuvem eletrónica, que está aqui representada...

  • A azul estão representados os eletrões que, movendo-se a altas velocidades estão representados milhares de vezes em milhares de localizações diversas. Os eletrões compõem a nuvem eletrónica e têm carga negativa.
  • A vermelho está representado o núcleo atómico, que é composto pelos neutrões, com carga neutra (como diz o nome), e pelos protões, partículas com carga positiva.
  • Tendo em conta que, num átomo, o número de protões e eletrões é igual, um átomo é uma partícula de carga neutra, pois para cada eletrão, há um protão.


Um elemento químico, neste caso, um átomo representa-se da seguinte forma:
a este tipo de representação chama-se nuclido, sendo que:
  • X representa o símbolo do elemento químico (exemplo: Oxigénio - O)
  • A representa o número de massa (número de partículas no núcleo, ou seja a soma do número de protões, com o número de neutrões)
  • Z representa o número atómico (número de protões, que simbolizam o elemento químico; exemplo: Hidrogénio - 1 protão, Oxigénio - 8 protões), o número atómico nunca varia.
Num átomo, sabendo o número de massa e o tipo de elemento químico, podemos calcular o número de protões, o número de eletrões e o número de neutrões.

Exemplo: Diga a composição de um átomo de Oxigénio, com A = 18:

N = número de neutrões
Sabendo que, o Oxigénio tem 8 protões (nunca pode ter mais nem menos), então o número de neutrões dá-se pela expressão: A - Z = N, ou seja, 18 - 8 = 10; agora sabemos que:
  • A = 18
  • Z = 8
  • N = 10
Tendo em conta que, o número de eletrões (num átomo) é igual ao número de protões, então o número de eletrões deste átomo é de 8 eletrões.

R.: Este átomo de Oxigénio tem 8 protões, 10 neutrões e 8 eletrões.
Podemos representar este átomo pelo seguinte nuclido:





sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Viagem a Marte

Na sala de espera do dentista, sem nada para fazer, agarrei-me a uma revista que me chamou à atenção... Ao que parece, a Mars One planeia uma viagem para colonizar Marte e em 2022, já deverá haver pessoas a habitar este planeta, a que muitos imaginam a existência de seres verdes com antenas! Depois de uma pequena pesquisa encontrei este pequeno excerto, retirado do site da Visão.

               A organização Mars One planeia enviar um grupo de pessoas para Marte, em 2022, para estabelecer a primeira colónia humana no Planeta Vermelho. Em três meses semanas, o projeto recebeu mais de 100 mil inscrições, que estarão abertas até 31 de agosto. 
               A Mars One avisa, no entanto, que devido às alterações fisiológicas impostas pela adaptação à vida em Marte, não haverá forma de voltar à Terra.No seu   site  , a organização lembra que apesar de um cosmonauta conseguiu voltar a andar depois de 13 meses a bordo da Mir, num ambiente sem gravidade, uma estada prolongada em Marte não permitiria ao corpo humano readaptar-se à gravidade da Terra.
               Os candidatos não devem ter quaisquer habilitações específicas, mas sim ter "disposição para construir e manter relações saudáveis, capacidade de refletir sobre si próprio e de confiar nos outros". Os voluntários escolhidos receberão um treino mínimo de oito anos antes de partirem para a longa viagem de sete meses até Marte. 
               Podem ser candidatos todos os maiores de 18 anos, mediante o pagamento de uma taxa, que depende da nacionalidade.
Fonte: http://visao.sapo.pt/mais-de-100-mil-querem-viagem-so-de-ida-para-marte=f745216#ixzz2jPMjpvUa

Achei muito interessante esta ideia e só é pena não ter mais de 18 anos!


sábado, 5 de outubro de 2013

Modelos Atómicos

               Os Modelos atómicos são modelos que se usam para representar um átomo. Há diversos tipos de modelos atómicos propostos por diferentes cientistas, entre eles:


  • John Dalton, propôs que o átomo fosse uma esfera minúscula, indestrutível e indivisível;

    • Joseph John Thomson, propôs que a matéria contivesse partículas de massa menores que o átomo de Hidrogénio;
    • Ernest Rutherford, propôs que o átomo fosse composto pelo núcleo (com carga positiva) e tivesse eletrões (com carga negativa) em torno dele;
    • Niels Bohr, propôs que à volta do núcleo se encontravam os eletrões, em órbita do mesmo. Cada volta que dava, tinha um certo valor de energia que quanto maior era, mais longe do núcleo se encontrava o eletrão.
    O Modelo Atómico aceite pela comunidade científica, atualmente, é o Modelo da Nuvem Eletrónica, em que os Eletrões movem-se, aleatóriamente, em torno do Núcleo (que é composto pelos Neutrões e Protões).
    fonte: Infopedia

    quinta-feira, 6 de junho de 2013

    Dispersão da Luz Branca



    PORQUE VEMOS O ARCO-ÍRIS?
    É porque há sol e chuva ao mesmo tempo!
    Sim, mas qual é a explicação para tal acontecer, não é magia, muito menos milagre!
    Epá, não sei!
    O arco íris acontece porque há a dispersão da luz, a luz branca é composta por todas as cores do arco íris, ao ser refratada duplamente as diferentes cores que a compões são propagadas para direções diferentes. Assim A luz ao atingir a gota de água é refratada duplamente! Vê este esquema que eu desenhei ontem:

    Lentes convergentes e divergentes

    LENTES CONVERGENTES
    O que é isso?
    São lentes que focam todos os feixes de luz num ponto único: o foco principal.

    E para que é que isso serve?
    Tem várias aplicações, por exemplo nas máquina fotográficas, projetores de slides, lupas, etc...

    LENTES DIVERGENTES
    Não sei o que é...
    É o contrário das convergentes, estas fazem divergir os raios de luz paralelas ao eixo principal.

    Estes usam-se em lentes de óculos das portas exteriores das casas, etc...

    Tipos de Espelhos

    ESPELHOS PLANOS, CÔNCAVOS E CONVEXOS
    Já ouvi falar nisso! Os planos é tipo os espelhos da casa de banho, agora os outros não sei!
    Nos espelhos côncavos a superfície polida é a parte interior de uma superfície esférica. Olha, trouxe uma colher!

    E nos convexos é parte de trás desta colher, vê:

    Luz

    OBJETOS OPACOS, TRANSPARENTES E TRANSLÚCIDOS!
    Eu sei o que são!
    Então diz.
    Os opacos não se consegue ver através deles, os transparentes consegue-se!
    Sim, e o translúcido?
    Epá, esse não sei...
    A luz atravessa parcialmente os objetos translúcidos, por isso vê-se com pouca nitidez através deles...
    Aaah!
    É fácil de distinguir!

    O QUE É O TRIÂNGULO DE VISÃO?
    Não faço a mínima ideia...
    Para que se consiga ver é necessário que existam 3 aspetos que constituem o triângulo de visão!
    E que aspetos são esses?
    É necessário que exista um detetor, por exemplo tu! Uma fonte, por exemplo o sol. E também um objeto, por exemplo a tua mão... Nesse caso, o sol é um corpo luminoso, pois tem luz própria e a tua mão é um corpo iluminado, pois reflete a luz que recebeu do sol!
    Então eu serei um objeto iluminado?
    Também!

    REFLEXÃO DA LUZ
    O quê??
    Reflexão da Luz! A reflexão da luz é a mudança de direção  que ocorro quando os raios luminosos incidem em certas superfícies!
    Não percebi...
    Deixa-me terminar de explicar. Para que ocorra a reflexão da luz existem as leis da reflexão.
    Leis?!? Então a Luz pode ir presa? Ahahah
    Ahah que engraçadinho! Não, claro que não! De acordo com as leis da reflexão da luz, o ângulo de incidência de um raio luminoso numa superfície é igual ao ângulo refletido! Vê este exemplo:

    A verde temos o raio de incidência, a vermelho o raio de reflexão e a tracejado a normal, que é uma linha imaginária perpendicular à superfície de reflexão! Neste caso, o ângulo refletido e de incidência são de 20º!

    REFLEXÃO REGULAR DA LUZ E DIFUSÃO DA LUZ!
    O que é isso?
    É tão simples que tu vais perceber apenas com imagens! Observa a reflexão regular:

    E agora a difusão da luz: